Os decisores políticos estão a reagir aos desenvolvimentos e a rever as abordagens e prioridades regulamentares. Todos os stakeholders precisam de saber lidar com a incerteza generalizada.
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O panorama geopolítico e económico está novamente a sofrer mudanças profundas e a dar origem a desafios significativos. Os decisores políticos estão a reagir aos desenvolvimentos e a rever as abordagens e prioridades regulamentares. Todos os stakeholders precisam de saber lidar com a incerteza generalizada.
O financiamento sustentável é cada vez mais uma prioridade generalizada, com um número crescente de jurisdições a introduzir regras para os gestores de ativos e para os fundos. As análises dos acontecimentos que ocorreram nos mercados em março de 2020 estão quase concluídas, mas as turbulências recentes suscitaram novas preocupações sobre a gestão da liquidez nos fundos. Entretanto, as entidades reguladoras continuam a sublinhar a necessidade de uma governação sólida e de resiliência operacional.
Os decisores políticos são obrigados a um exercício de equilíbrio entre a expansão da gama de produtos disponíveis para os pequenos investidores (possibilitando alternativas de ativos e estratégias para ajudar à recuperação económica) e o reajustamento das suas abordagens à proteção dos investidores num mundo cada vez mais digital.
Questões essenciais para os CEO
- Dispomos de tecnologias e capacidades de dados suficientes para acompanhar as expectativas regulamentares em matéria de comunicação de informações?
- Estamos preparados para aplicar toda a nova regulamentação em matéria de financiamento sustentável que, direta ou indiretamente, nos afetará? Temos acesso aos conjuntos de dados e às ferramentas de que necessitamos?
- Analisámos de forma crítica a nossa experiência durante os períodos de tensão nos mercados em 2020 e 2022 e reavaliámos a gestão do risco de liquidez dos nossos fundos?
- Ponderámos de que forma os nossos clientes e os nossos sistemas poderão ser afetados pelas alterações da regulamentação dos mercados de capitais?
- Estamos a acompanhar os novos regulamentos em matéria de proteção dos investidores e a implementar processos, sistemas e controlos sólidos para cumprir os novos requisitos e apresentar bons resultados aos investidores?
- Contamos com a participação efetiva do Conselho de Administração e dispomos de mecanismos de governação de apoio?
- Supervisionamos de forma ativa e eficaz as funções e as tarefas que delegamos ou subcontratamos a terceiros?
- Estamos a utilizar toda a gama de produtos e estruturas de fundos emergentes para proporcionar aos investidores estratégias de investimento sólidas? Estamos a tirar partido das oportunidades de investimento em novos mercados e a lidar bem com as novas restrições?