O envelhecimento da população, a prevalência de doenças crónicas e a falta de profissionais de saúde sobrecarregam o dia-a-dia dos médicos nas unidades de saúde conduzindo a cuidados reativos e não proativos/preventivos.
Deste modo, é necessário que uma unidade de saúde possua uma visão holística perante este cenário. Isto é, retirar o maior partido possível da informação clínica à sua disposição (muitas vezes subaproveitada), como relatórios clínicos dos seus utentes por exemplo, de forma a conseguirem prestar-lhes um atendimento melhor e mais personalizado.
Uma organização de saúde com cerca de 2500 médicos e com registos clínicos eletrónicos, necessitava de ter uma visão mais holística dos doentes e uma visão antecipada das necessidades dos doentes e da sua probabilidade de desenvolver determinadas patologias, como a diabetes ou a hepatite.