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      A disrupção não está a abrandar. Está a acelerar.

      A Inteligência Artificial (IA), a computação quântica e outras tecnologias emergentes estão a redefinir as regras do negócio.
      A estratégia e a execução têm de acompanhar esse ritmo – com foco claro no retorno do investimento (ROI).

      Está preparado para liderar na Era da Inteligência?

      Para se destacarem, as organizações precisam de equilibrar ambição com pensamento racional. Prosperar num contexto de disrupção exige:

      • Modernizar os métodos de medição do valor da tecnologia
      • Adotar estratégias que privilegiem flexibilidade e velocidade
      • Construir culturas que acolham a mudança
      • Preparar-se para o que ainda está por vir

      A adoção tecnológica é rápida. Mas a escalabilidade introduz complexidade – e os retornos variam amplamente.

      O KPMG Global tech report 2026 analisa como as organizações estão a responder a estes desafios.


      Principais conclusões

      1. Enfrentar o desafio da Era da Inteligência


      As organizações têm planos ousados para aumentar a maturidade tecnológica em 2026, passando da experimentação para a escala. Contudo, enfrentam obstáculos significativos:

      • Dívida tecnológica crescente
      • Pressões de custos

      50% dos executivos de tecnologia esperam atingir maturidade tecnológica máxima em 2026
      mas apenas 11% já o conseguiram atualmente

      2. Construir estratégias adaptativas num contexto de disrupção contínua


      Com a aceleração da inovação, os planos tecnológicos tornam-se rapidamente obsoletos. Para prosperar, os líderes devem:

      • Coordenar prioridades de investimento
      • Criar clareza na tomada de decisão
      • Desenvolver culturas capazes de aproveitar o melhor da tecnologia
      • Garantir bases sólidas de dados e resiliência

      Apenas 2% das organizações de alto desempenho relatam múltiplos projetos e equipas de IA desconectados
      em comparação com 34% das restantes

      Principais conclusões

      1. Enfrentar o desafio da Era da Inteligência


      As organizações têm planos ousados para aumentar a maturidade tecnológica em 2026, passando da experimentação para a escala. Contudo, enfrentam obstáculos significativos:

      • Dívida tecnológica crescente
      • Pressões de custos

      50% dos executivos de tecnologia esperam atingir maturidade tecnológica máxima em 2026
      mas apenas 11% já o conseguiram atualmente

      2. Construir estratégias adaptativas num contexto de disrupção contínua


      Com a aceleração da inovação, os planos tecnológicos tornam-se rapidamente obsoletos. Para prosperar, os líderes devem:

      • Coordenar prioridades de investimento
      • Criar clareza na tomada de decisão
      • Desenvolver culturas capazes de aproveitar o melhor da tecnologia
      • Garantir bases sólidas de dados e resiliência

      Apenas 2% das organizações de alto desempenho relatam múltiplos projetos e equipas de IA desconectados
      em comparação com 34% das restantes


      3. Obter valor do investimento em tecnologia


      O ROI tecnológico varia significativamente consoante:

      • Prontidão organizacional
      • Governação diligente
      • Disciplina de execução
      • Agilidade organizacional

      Muitas decisões de investimento, especialmente em IA, baseiam-se em benefícios indiretos ou hipotéticos, aumentando a complexidade da medição do valor.


      74% afirmam que os seus casos de uso de IA geram valor
      mas apenas 24% alcançam ROI consistente em múltiplos casos

      4. As bases para a próxima “onda”


      A IA agêntica já está a transformar organizações.
      Mas existem tendências ainda mais disruptivas no horizonte:

      • Computação quântica
      • Inteligência Artificial Geral (AGI)
      • Superinteligência Artificial (ASI)

      Estar preparado implica antecipar riscos e oportunidades.


      92% afirmam que a gestão de agentes de IA será uma competência crítica nos próximos cinco anos
      78% concordam que devem assumir mais riscos em tecnologias emergentes para se manterem relevantes

      *High performers são organizações de alto desempenho que se destacam pela maturidade tecnológica avançada, maturidade de processos e capacidade de gerar valor significativo de forma consistente a partir dos seus investimentos digitais.

      O que dizem os líderes

      Os dados da KPMG mostram que os executivos de tecnologia esperam uma mudança acentuada dos pilotos para o ROI no próximo ano: 88% das organizações já estão a incorporar agentes de IA nos seus workflows, produtos e cadeias de valor. Os profissionais de alto desempenho esperam que cerca de metade das suas equipas de tecnologia sejam compostas por humanos até 2027. Isto sinaliza um futuro em que pequenos núcleos humanos duradouros orquestram grandes ecossistemas aumentados por IA.

      Zack Kass

      Consultor global de IA e ex-Head of Go-To-Market, OpenAI


      A adoção é rápida, mas os retornos variam muito, influenciados por fatores como governação diligente, disciplina de execução e agilidade organizacional. Neste contexto, o planeamento estático está a tornar-se obsoleto. Para prosperar, as organizações precisam de estratégias adaptativas que abracem flexibilidade e velocidade.
      Guy Holland

      Global Leader, CIO Center of Excellence

      KPMG International


      Agenda para 2026

      Para liderar na Era da Inteligência, a sua agenda deve incluir:

      • Acelerar a aprendizagem organizacional
      • Construir uma força de trabalho preparada e capacitada
      • Modernizar a base tecnológica
      • Reforçar a governação e a disciplina de execução
      • Antecipar tendências tecnológicas emergentes

      Descubra recomendações completas no relatório.


      KPMG Global tech report 2026

      Leading in the Intelligence Age: Excelling today, shaping tomorrow


      Sobre a pesquisa

      O relatório baseia-se numa pesquisa realizada a:

      • 2.500 executivos de tecnologia
      • 27 países
      • 43% EMEA | 29% ASPAC | 28% Américas
      • inclui representantes de oito setores: automóvel, consumo e retalho, energia, serviços financeiros, governo, saúde e ciências da vida, manufatura industrial e tecnologia e telecomunicações.
      • todas as organizações incluídas apresentam receitas anuais superiores a 100 milhões de dólares.

      O estudo integra ainda entrevistas com líderes globais em tecnologia, incluindo:

      • Dean Bortz (Google)
      • Zack Kass (ex-OpenAI)
      • Noelle Russell (AI Leadership Institute)
      • Seth Patton (Microsoft 365 Copilot)




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