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      Worten

      O processo de implementação da CSRD numa entidade, o cálculo da pegada de carbono e a jornada de consolidação de informação não financeira tem os seus desafios. A colaboração com a KPMG contribui para a superação dos mesmos.

      Para a Worten, implementar a CSRD vai muito além da parte técnica, é um processo que envolve pessoas, equipas e muita articulação entre diferentes áreas da organização. A KPMG tem sido um apoio importante na criação de pontes entre equipas, através de formação, momentos de alinhamento e promoção do diálogo entre áreas.

      Obrigado, Worten!



      Entrevistámos o Dr. Alexander Uzcategui, Sustainability & Environment Coordinator da Worten, para perceber o impacto do processo de implementação da CSRD numa entidade do setor do retalho eletrónico.

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      Leia aqui o testemunho:

      • O processo de implementação da CSRD numa entidade do setor do retalho eletrónico com o vosso contexto, tem os seus desafios, quais têm sido os mais relevantes no caso da vossa jornada?

        O processo de implementação da CSRD numa empresa do setor do retalho eletrónico, como a nossa, tem sido bastante desafiante. Este é um setor muito dinâmico, com uma cadeia de valor bastante diversificada, o que naturalmente traz desafios acrescidos. Como se trata de uma regulamentação ainda recente, um dos principais desafios tem sido recolher e consolidar dados ESG de forma consistente e rigorosa.

         

        Temos feito um grande esforço para garantir que todas as áreas da Worten estão alinhadas neste processo. Isso passa muito por sensibilizar as equipas, explicar o que está em causa com a CSRD e porque é que isto não é só uma obrigação legal, mas algo que nos pode realmente ajudar a melhorar. Temos investido em formação e criado momentos de partilha para que todos entendam o que é pedido e saibam como contribuir com a informação certa – porque, no fundo, tudo começa com dados bem recolhidos e compreendidos.

         

        No entanto, apesar dos desafios, temos encarado esta jornada como uma oportunidade para repensar a nossa forma de atuar, no sentido de melhorar o nosso impacto e construir valor de forma mais sustentável e duradoura.

      • De que forma a colaboração com a KPMG contribuiu para a superação destes desafios?

        Implementar a CSRD vai muito além da parte técnica, é um processo que envolve pessoas, equipas e muita articulação entre diferentes áreas da organização.

         

        Nesse sentido, a colaboração com a KPMG tem sido uma grande mais-valia. Têm-nos ajudado a estruturar a recolha dos dados ESG e a traduzir os requisitos legais em práticas adaptadas à realidade da Worten. Também têm sido um apoio importante na criação de pontes entre equipas – através de formação, momentos de alinhamento e promoção do diálogo entre áreas que, por natureza, falam linguagens diferentes. No fundo, trata-se de criar uma base sólida para que a sustentabilidade esteja realmente integrada nas diversas áreas da organização.

      • Qual o papel que o ESG, a Sustentabilidade e a medição de indicadores não financeiros têm no dia a dia das operações e no processo de tomada de decisão da Worten?

        O ESG e a sustentabilidade têm vindo a ganhar um papel cada vez mais central no dia a dia das operações e no processo de tomada de decisão. A medição de indicadores não financeiros permite-nos ter uma visão mais completa e integrada do desempenho, indo além dos resultados económicos. Estes indicadores ajudam-nos a identificar riscos e oportunidades relacionados com o ambiente, a sociedade e o governance, e permitem alinhar as operações com as expectativas dos stakeholders, tanto internos como externos.

         

        Os dados ESG influenciam decisões estratégicas, como a gestão de fornecedores, investimentos em eficiência energética, economia circular, políticas de recursos humanos ou até a adaptação dos nossos produtos e serviços. Ao integrar estes fatores na nossa gestão diária, a organização torna-se mais resiliente e, deste modo, mais preparada para os desafios a longo prazo.

      • Para as empresas que estão a iniciar a sua jornada de consolidação de informação não financeira ou o cálculo da sua pegada de carbono, quais os principais conselhos que daria?

        A minha recomendação para as empresas que estão a dar os primeiros passos nesta jornada é que conheçam a visão global do processo e identifiquem em que fase se encontram – fazer um diagnóstico, identificar os tópicos materiais através da avaliação da dupla materialidade, identificar internamente que dados existem, quem são os owners desses dados e como podem chegar até eles. Após fazerem este exercício, o essencial é envolver desde uma fase inicial os interlocutores necessários e apostar na sensibilização e na formação porque é importante que os diversos interlocutores percebam a pertinência do tema e conheçam os conceitos base necessários.

         

        O mais importante numa fase inicial é garantir que a recolha de dados ESG seja feita de maneira correta e completa. Isso estabelece a base necessária para a tomada de decisões informadas e para a construção de uma estratégia de sustentabilidade sólida e eficaz.



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