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      ESRS em Portugal

      A KPMG analisou os primeiros 20 relatórios de sustentabilidade publicados por empresas portuguesas ao abrigo das normas ESRS.

      Descarregue o PDF e fique a perceber como o mercado nacional está a responder à nova regulamentação europeia.


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      ESRS | Reporte das Empresas em Portugal

      Veja as conclusões da análise a 20 relatórios correspondentes à primeira vaga de reporte das empresas em Portugal em conformidade com as ESRS

      Compromisso

      As empresas demonstram um compromisso na divulgação de metas climáticas de curto prazo, sendo o maior desafio a definição de metas Net-Zero.



      Recolha de Dados e Análise de Práticas

      Práticas transparentes de gestão de dados são essenciais para assegurar a fiabilidade e a precisão.

      A existência de controlos internos rigorosos é essencial para cumprir os requisitos das ESRS.


      55%

      O número de empresas que seguiram o modelo ilustrado nas ESRS.



      Foto Pedro Cruz
      Pedro Cruz

      Partner de ESG

      KPMG em Portugal


      Foto do João Torres
      João Torres

      ESG Associate Partner

      KPMG em Portugal

      O primeiro ano de relato tendo por base as European Sustainability Reporting Standards (ESRS) marca um ponto de viragem na forma como as empresas comunicam a sua estratégia e o seu desempenho ESG. Estes relatos de sustentabilidade evidenciam benefícios claros de um referencial bem organizado e propiciam uma oportunidade de aprendizagem, não apenas para as organizações que já reportaram e podem agora beneficiar de um benchmark, mas também para todas as que estão a iniciar o seu processo de convergência e implementação. As lições retiradas desta primeira experiência serão determinantes para alavancar práticas de reporte mais consistentes, comparáveis e alinhadas com as expectativas do mercado e dos stakeholders. Este estudo foca em 20 empresas portuguesas, pretendendo assim contribuir com uma visão detalhada no contexto da realidade nacional.
      Foto de Vitor Ribeirinho

      João Torres

      ESG Associate Partner

      KPMG em Portugal


      ESRS | Reporte Global

      Update de outubro de 2025


      A UE continua a discutir a redução do âmbito da CSRD1 para as maiores empresas até ao final de 2025, ou seja, aquelas com mais de 1.000 empregados e volume de negócios líquido superior a 450 milhões de euros. A 22 de outubro, uma iniciativa destinada a acelerar o início das negociações entre o Parlamento Europeu, a Comissão e o Conselho não obteve maioria no Parlamento. Prevê-se que o mesmo vote em novembro e, uma vez acordada a sua posição, as negociações poderão começar.


      O primeiro semestre de 2025 ficou marcado pela analise às declarações de sustentabilidade de 270 empresas que apresentaram os seus relatórios no âmbito das ESRS.

      Para todas as empresas que procuram melhorar os seus relatórios de sustentabilidade – quer ao abrigo das ESRS, das IFRS® Sustainability Disclosure Standards ou como parte de relatórios voluntários – partilhamos as conclusões e principais insights.


      A metodologia


      Para além da análise a 270 declarações de sustentabilidade de empresas, o estudo inclui observações dos especialistas da KPMG que prestam serviços de consultoria relacionados com as ESRS, alguns dos quais realizaram análises específicas nos seus países. A amostra de empresas não teve como objetivo ser estatisticamente representativa, mas sim refletir a experiência e a primeira vaga de relatórios ESRS.

       

      Leia o relatório


      As conclusões constituem uma contribuição valiosa para o debate sobre a simplificação das ESRS, com lições relevantes sobre a aplicação prática das normas e as áreas que as empresas consideraram mais desafiantes.


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      ESRS em Tempo Real

      Veja as conclusões e os principais pontos chave da vaga de relatórios sobre as ESRS

      Concentração em cinco tópicos

      Para além do clima (ESRS E1), a maioria dos impactos, riscos e oportunidades relacionados com a força de trabalho (ESRS S1), a governação (ESRS G1) e a utilização de recursos e economia circular (ESRS E5).



      Questões específicas das entidades

      Os assuntos mais frequentes relacionavam-se, de um modo geral, com:

      18% - Cibersegurança e segurança dos dados;

      13% - Transformação digal e inovação.


      30%

      As empresas que têm entre 1 e 5 riscos, têm 5 vezes mais impactos negativos.




      Veja também

      Limitar os requisitos das ESRS e da Taxonomia da UE às empresas de maior dimensão.


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