Na KPMG “fazemos o que realmente importa para o bem comum”. Este é o significado de um dos nossos valores – For Better – e é também o mote para o protocolo que a KPMG Portugal assinou recentemente com a Fundação Calouste Gulbenkian e que faz de nós um dos novos mecenas do seu novo Centro de Arte Moderna, um dos mais importantes centros de arte do país, reconhecido a nível mundial, e que será inagurado a 20 de setembro.
Vitor Ribeirinho, Senior Partner/CEO e Sílvia Gomes, CFO/COO, oficializaram a assinatura deste protocolo em nome da KPMG Portugal, juntamente com António Feijó, Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.
O que é o Centro de Arte Moderna?
No final da década de 70, surge a ideia de criar um espaço dedicado à arte moderna e contemporânea na Fundação Calouste Gulbenkian, dando vida ao atual Centro de Arte Moderna (CAM), onde estão representados os artistas portugueses até à data.
Pensado para ser mais do que um museu, o CAM tornou-se, anos mais tarde, na sede do Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte (ACARTE) – um programa multidisciplinar que até hoje dá espaço a diferentes áreas artísticas, desde o teatro e a dança, até à poesia e à arquitetura.
Recentemente, a Fundação iniciou um projeto de renovação do edifício do CAM, com o objetivo de “enaltecer sem destruir a beleza”, dando uma nova cara à Gulbenkian e tornando o Centro o principal ponto de referência para os visitantes, em harmonia com os jardins.