Na KPMG, entendemos que, para superar esses obstáculos, é necessário mais do que adaptação – é preciso inovação, coragem para arriscar e um compromisso real com a transformação.
Com o ritmo acelerado das mudanças, apoiamos as organizações de saúde a navegar num ambiente altamente regulamentado e repleto de tecnologias disruptivas, dados em larga escala e modelos de negócios em constante evolução.
O que fazemos?
Tendências
Alterações Demográficas
De acordo com a Organização Munidal de Saíde (OMS), estima-se que o número de pessoas com mais de 60 anos aumente para 2,1B em 2050. Em Portugal, a esperança média de vida é de 84,8 anos, tendo aumentado 1,7 meses em relação ao triénio 2020-20221.
Medicina preventiva
Enfoque na prevenção da doença e promoção da saúde à medida que transitamos de um modelo de prestação de "cuidados a doentes" para "cuidados de saúde", no qual o modelo de negócio passa a atuar na gestão da prevenção/antecipação, ao invés de reação.
Prevalência de doenças crónicas e oncológicas
Em Portugal, mais de 40% dos adultos têm pelo menos uma doença crónica, superando a média da UE (36%). No caso das doenças oncológicas, a incidência e prevalência continuam a aumentas, tendo sido responsáveis por 25% dos óbitos em 20191.
Transformação digital
A prestação de serviços de saúde virtuais assentes em tecnologias como cloud computing ou inteligência artificial tem sido uma tendência com crescimento exponencial, que consolida a prestação de cuidados de alta qualidade e personalizados.
1 WEF, 2024
Utente de hoje
- Os utentes com voz ativa sobre a sua saúde, promovendo a tomada de decisão conjunta.
- Recurso à internet para pesquisa de marcações de consulta, maioritariamente por telemóvel.
- Modelo híbrido de prestação de cuidados (ex. telemedicina)
Utente de amanhã
- Os utentes controlam a sua saúde, com o apoio de uma equipa de profissionais médicos.
- As ferramentas virtuais tornam-se as principais fontes de informação e agendamento. Os utentes comparam preços e serviços entre sistemas de saúde.
- Os utentes estão confortáveis com os cuidados ao domicílio, recorrendo a apps e mecanismos de auto-diagnóstico para gerir e monitorizar a sua saúde.