A IA agêntica está redefinindo a forma como as organizações protegem seus ambientes digitais. Mais do que automatizar tarefas, essa tecnologia amplia a capacidade humana de identificar riscos, detectar ameaças, responder a incidentes e fortalecer a resiliência cibernética em um cenário marcado pela crescente sofisticação dos ataques.
O estudo Empowering Defenders: AI for Cybersecurity, produzido pela KPMG e pelo Fórum Econômico Mundial, mostra que a adoção da inteligência artificial (IA) já deixou de ser uma iniciativa experimental para se tornar um componente estratégico das operações de segurança. O relatório também destaca que o sucesso dessa transformação depende de fatores como governança, qualidade dos dados, infraestrutura adequada e supervisão humana.