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      Mesmo com o progresso na eletrificação de automóveis, o setor global de transportes ainda é responsável por aproximadamente 15% das emissões de gases de efeito estufa e continua dependente de combustíveis convencionais como gasolina e diesel.

      A transição para combustíveis alternativos enfrenta uma série de obstáculos: diferentes níveis de prontidão tecnológica, infraestrutura inadequada, custos elevados, além de incertezas regulatórias e de mercado.

      Apesar das dificuldades, uma série de combustíveis transitórios e alternativos estão disponíveis, como o gás natural e os biocombustíveis, e as organizações que aderirem antecipadamente a essas soluções podem se beneficiar das inúmeras vantagens do pioneirismo.

      O estudo Evolução dos Combustíveis, realizado pela KPMG, proporciona insights importantes sobre o potencial de prontidão e adoção de combustíveis alternativos no transporte rodoviário, na aviação e no transporte marítimo.


      Situação por setor

      Transporte rodoviário

      O setor rodoviário está bem preparado para a adoção do gás natural, GLP e de biocombustíveis, mas para isso precisa enfrentar os altos custos de produção, uma infraestrutura limitada e incertezas regulatórias.

      Aviação

      Existem soluções promissoras para o setor, tais como o Combustível de Aviação Sustentável e os combustíveis sintéticos, mas os custos dessa tecnologia ainda são um desafio e existem preocupações quanto à cadeia de suprimentos e à sustentabilidade das matérias primas. 

      Transporte marítimo

      O setor tem a prontidão necessária para a adoção do gás natural e perspectivas promissoras para o etanol e a amônia, mas precisa superar os custos iniciais de investimento, desafios de infraestrutura e preocupações com a segurança.


      Ações estratégicas para líderes do setor de transportes

      A adoção antecipada dos combustíveis alternativos traz vantagens competitivas como o acesso a incentivos governamentais e uma posição de mercado mais robusta, além de prevenir contra o risco de sanções regulatórias e a diminuição da competitividade.

      No entanto, é preciso se preparar, avaliar as estruturas regulatórias e as cadeias de suprimento de combustível para desenvolver estratégias que considerem os desafios e as recompensas de embarcar nessa empreitada.