O mercado de private equity (PE) atravessa um ponto de inflexão, marcado por custos de capital mais elevados, maior pressão por margens, janelas de saída mais longas e maior exigência por eficiência operacional.
Nesse cenário, torna-se fundamental adotar uma abordagem disciplinada, orientada por dados e com execução integrada ao longo de todo o ciclo de investimento.
Estas e outras constatações fazem parte do relatório Geração de Valor em Private Equity, produzido pela KPMG, que contou com a participação de mais de 500 lideranças do setor.
O estudo aponta que, com ciclos de holding mais longos e pressões sobre a liquidez, as empresas de PE devem ampliar a previsibilidade dos retornos e maximizar o desempenho operacional dos ativos.
Entre os principais fatores relevantes, incluem-se:
- Necessidade de capturar alfa operacional com mais precisão.
- Fortalecimento de estratégias de gestão de mudanças.
- Demandas crescentes por governança, dados confiáveis e execução disciplinada.
- Pressões macroeconômicas que influenciam custo de capital, precificação e risco.
- Maior competição por oportunidades diferenciadas de valor.
O levantamento constata que as empresas que integram dados, governança e execução conseguem se posicionar melhor diante desse novo ambiente.