Na sua opinião, quais desafios as lideranças femininas mais enfrentam em nosso País? O que é preciso fazer para alterar esse cenário?
As lideranças femininas enfrentam diversos desafios, incluindo diferentes jornadas de trabalho, a falta de reconhecimento e valorização de suas competências e habilidades, os vieses inconscientes, as microagressões, entre outros.
Para mudar esse cenário, é preciso adotar uma série de medidas, que vão desde a criação de uma rede de apoio até a conscientização e atuação de todos, sem exceção.
É importante que as empresas implementem políticas de diversidade e inclusão, que valorizem e promovam a igualdade de gênero e que ofereçam suporte para as mulheres equilibrarem a rotina profissional e pessoal. As organizações também devem atuar no desenvolvimento das executivas em todos os níveis existentes dentro das empresas, criando políticas de capacitação e mentoria para profissionais em início de carreira, bem como para aquelas que já ocupam posições de liderança. Oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal também são cruciais, permitindo que elas aprimorem suas habilidades.
As políticas de retenção são igualmente importantes para manter talentos. Isso pode contribuir para a criação de uma cultura de igualdade de gênero dentro das empresas, na qual as mulheres se sintam valorizadas e reconhecidas por suas competências e que consequentemente tenhamos mais mulheres na alta liderança.
Não há dúvidas de que, para mudar o cenário de desafios enfrentados pelas lideranças femininas, é necessário um esforço conjunto, com a implementação de medidas concretas e a conscientização de todos os envolvidos. Somente assim poderemos construir um ambiente de trabalho mais inclusivo.