Os CEOs globais de ENRC reconhecem cada vez mais os fatores ESG como uma parte indispensável de sua estratégia corporativa, que ajuda a garantir que seus negócios sejam resilientes e possam proporcionar crescimento a longo prazo. Com o uso de energia representando quase três quartos das emissões globais, os CEOs estão sensíveis a tomar medidas significativas em relação a todos os aspectos ESG, enquanto equilibram a segurança energética e a acessibilidade.
De acordo com 78% dos CEOs, os fatores ESG foram completamente incorporados às suas empresas para gerar valor. De forma significativa, em um setor que nem sempre deu ênfase ao cliente, 22% acreditam que os fatores ESG terão maior impacto sobre os relacionamentos com os clientes nos próximos três anos. Eles estão priorizando investimentos em ESG para estimular esses relacionamentos, uma vez que, se não conseguirem atender às expectativas em ESG, poderão enfrentar custos de financiamento mais altos e desvantagens competitivas. Mais de um terço (37%) estão priorizando as despesas ESG em desafios ambientais, como alcançar a neutralidade de carbono.
A curto prazo, 30% reconhecem que atingir a neutralidade de carbono está sendo ainda mais difícil devido à complexidade da descarbonização das cadeias de suprimento — em razão das incertezas geopolíticas, do alto custo das alternativas e do aumento das regulamentações. A longo prazo, as emissões do Escopo 3 ao longo da cadeia de valor serão desafiadoras para os CEOs de Energia e suas respectivas organizações.
Os CEOs de ENRC que se anteciparem à curva de descarbonização acabarão por se beneficiar dessa proatividade. As organizações estão sendo pressionadas para que descarbonizem mais rapidamente, e essa pressão tende a crescer cada vez mais. Em vez de adiarem a ação, o melhor a fazer é preparar-se o quanto antes – e preparar a empresa – para ingressar no futuro mais cedo e reforçar a resiliência dos negócios.