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      A medicina regenerativa vive uma nova fase impulsionada pelos avanços da bioimpressão 3D. Vencedora do Global Tech Innovator 2026, a TissueLabs desenvolveu uma plataforma de biofabricação capaz de criar tecidos humanos em laboratório. A solução reúne bioimpressoras 3D, biomateriais especializados e tecnologias que apoiam pesquisas e aplicações voltadas ao desenvolvimento de novos tratamentos médicos.

      A escolha da TissueLabs foi realizada por um júri composto por experts do ecossistema de inovação, empreendedorismo, investimento e tecnologia. Além da vencedora, a edição de 2026 reuniu startups com soluções em IA, biotecnologia, saúde, agronegócio e sustentabilidade, evidenciando o potencial da inovação brasileira para enfrentar desafios globais. 


      “Mais do que reconhecer ideias inovadoras, o GTI impulsiona negócios com potencial de escala global, promovendo conexões estratégicas e oportunidades que aceleram seu desenvolvimento. Nesta edição, vimos startups que combinam biotecnologia e IA aplicada a setores como saúde e agronegócio para solucionar desafios complexos da sociedade. A TissueLabs representa esse movimento ao democratizar tecnologias avançadas de biofabricação e ampliar as possibilidades de pesquisa em medicina regenerativa”, comenta Carolina de Oliveira, líder Global de Emerging Giants e sócia-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul. 

      A partir da esquerda: Luis Fernando Magalhães, co-founder da O2Eco, vencedor do Global Tech Innovator 2025; Carolina de Oliveira, líder global de Emerging Giants e sócia-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul; Maria Teresa Fornea, diretora da Endeavor Brasil; Felipe Chippari, CFO da TissueLabs; Diogo Garcia, líder dos programas de startups na KPMG no Brasil; e Leandro Johann, sócio de Advisory da KPMG no Brasil

      A partir da esquerda: Luis Fernando Magalhães, co-founder da O2Eco, vencedor do Global Tech Innovator 2025; Carolina de Oliveira, líder global de Emerging Giants e sócia-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul; Maria Teresa Fornea, diretora da Endeavor Brasil; Felipe Chippari, CFO da TissueLabs; Diogo Garcia, líder dos programas de startups na KPMG no Brasil; e Leandro Johann, sócio de Advisory da KPMG no Brasil.



      Biofabricação para acelerar a medicina do futuro

      A TissueLabs desenvolveu uma plataforma integrada que simplifica o acesso à biofabricação, permitindo que universidades, centros de pesquisa, hospitais e empresas de biotecnologia produzam tecidos humanos em laboratório de forma mais acessível e eficiente. A empresa reúne em um único ecossistema bioimpressoras 3D, bioinks (biotintas), biomateriais e softwares especializados, reduzindo barreiras para pesquisadores que atuam em medicina regenerativa, engenharia de tecidos e descoberta de novos medicamentos.

      A tecnologia permite reproduzir estruturas biológicas complexas com maior fidelidade, contribuindo para pesquisas voltadas ao desenvolvimento de terapias regenerativas, testes de novos fármacos e modelos experimentais mais próximos da fisiologia humana. A proposta é acelerar a inovação científica e reduzir a dependência de métodos tradicionais de experimentação.


      “Fazer ciência no Brasil é um caso de resiliência. Estamos desenvolvendo essa plataforma tentando trazer o sonho do Gabriel Liguori, o CEO da startup, de fazer o primeiro coração bioartificial. Poder representar ele hoje, receber o título do Global Tech Innovator e representar nossa empresa, em Lisboa, é uma oportunidade única. Cada passo a mais é uma validação de que estamos no caminho certo”, acrescenta Felipe Chippari, CFO da TissueLabs.  

      Felipe Chippari, CFO da TissueLabs

      Felipe Chippari, CFO da TissueLabs.


      Tecnologia brasileira com alcance internacional

      Na frente, finalistas com o vencedor TissueLabs e o sócio Diogo Garcia, líder dos programas de startups na KPMG no Brasil. Ao fundo, jurados com a sócia Carolina de Oliveira, líder global de Emerging Giants e sócia-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul

      Na frente, finalistas com o vencedor TissueLabs e o sócio Diogo Garcia, líder dos programas de startups na KPMG no Brasil. Ao fundo, jurados com a sócia Carolina de Oliveira, líder global de Emerging Giants e sócia-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul.

      Com atuação em diferentes mercados, a startup busca tornar a biofabricação uma ferramenta mais acessível para instituições de pesquisa e empresas da área da saúde. Sua plataforma atende a uma demanda crescente por soluções que reduzam o tempo entre a pesquisa científica e a aplicação clínica, fortalecendo o ecossistema global de medicina regenerativa. 


      “A TissueLabs demonstra como a biotecnologia brasileira pode contribuir para transformar a pesquisa médica em escala global. Sua plataforma combina inovação, impacto científico e potencial de internacionalização, características que refletem o propósito do Global Tech Innovator ao identificar empresas capazes de gerar avanços relevantes para a sociedade", destaca Diogo Garcia, sócio-diretor e líder dos programas de startups na KPMG no Brasil. 

      Próxima etapa

      Agora, a TissueLabs representará o Brasil na etapa global da competição, que acontecerá durante o Web Summit Lisboa, entre os dias 9 e 12 de novembro. Estamos todos na torcida!