Em 2026, as cadeias de suprimentos são percebidas como ativos estratégicos críticos que sustentam a competitividade, a resiliência e o compromisso com a sustentabilidade de uma organização. Para atender a essa expectativa, os líderes mais inovadores da cadeia de suprimentos estão fazendo a transição de uma abordagem reativa para uma gestão proativa e inteligente.
Um fator-chave nesse movimento é uma reformulação das estratégias em torno das métricas. Ao invés de se limitarem a coletar métricas tradicionais, tais como custo por unidade, prazo de entrega e giro de estoque, os líderes da cadeia de suprimentos estão focando em um conjunto mais amplo de métricas que refletem a complexidade, a tecnologia avançada e as expectativas elevadas das partes interessadas de hoje.
Para os líderes que buscam maximizar os dados para uma tomada de decisão clara e transformar a cadeia de suprimentos em um verdadeiro fator influenciador de valor, apresentamos a seguir oito tipos de métricas que devem ser priorizadas: