O capital de giro voltou ao centro das decisões empresariais, impulsionado por pressões de liquidez, aumento da complexidade operacional e necessidade de eficiência. Ao mesmo tempo, a adoção de tecnologias inovadoras, como a inteligência artificial (IA) avança, ainda que de forma desigual entre as organizações.
Estas e outras conclusões foram levantadas em uma pesquisa aplicada aos participantes do 1º Workshop de Capital de Giro, realizado em março de 2026 em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.
O levantamento reúne percepções de executivos de diferentes setores da economia sobre desafios, prioridades e práticas relacionadas à gestão de capital de giro e ao uso de IA em gestão de caixa (cash management).
Apesar da crescente priorização do tema, muitas empresas ainda operam com baixa integração de processos, dificuldades na gestão de recebíveis e estoques, além de limitações no uso estratégico de dados, o que reforça o potencial de transformação dessa agenda.