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      Além do investimento proporcional ao benefício esperado, as organizações devem definir e monitorizar indicadores que apoiem na identificação proactiva de novas tendências e alterações ao seu perfil de risco, por forma a terem a agilidade para agir em conformidade, e anteciparem novos possíveis vectores de ameaça.


      Cada vez mais se tem sentido mais a urgência por parte de reguladores, da necessidade de as entidades angolanas investirem e melhorarem as suas capacidades de cibersegurança e segurança da informação.

      Pedro Monzelo

      Senior Manager de Technology Consulting

      KPMG em Angola


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