A cibersegurança deixa definitivamente de ser apenas um tema tecnológico para se afirmar como um fator crítico de competitividade, confiança e crescimento económico. Esta é uma das principais conclusões do relatório Cybersecurity Considerations 2026, da KPMG, que reúne contributos de mais de 20 especialistas globais e dados de vários estudos internacionais e que elenca oito importantes considerações para as organizações estarem melhor preparadas para os desafios atuais.
Os ciberataques são cada vez mais sofisticados, e começam muito antes do impacto visível. As vulnerabilidades são tipicamente a porta de entrada e é neste contexto que o estudo sublinha a necessidade de uma abordagem focada na antecipação, mais integrada à segurança digital, num momento em que a aceleração da inteligência artificial (IA), a fragmentação geopolítica e o reforço da regulamentação estão a redefinir o perfil de risco das organizações. O relatório revela que: