O private equity (PE) tem tradicionalmente dependido da escolha do investimento certo para libertar valor através da transformação do negócio após a aquisição. Os retornos do PE costumavam resultar de uma combinação de alavancagem financeira, arbitragem de múltiplos e criação de valor, beneficiando simultaneamente de um contexto de taxas de juro baixas e expansão natural dos mercados.
À medida que estes fatores evoluem e perdem força (com taxas base normalizadas, dry powder acima dos mil milhões de dólares e mais de 3 mil milhões de dólares em ativos não vendidos na exit pipeline) torna-se claro que a indústria terá de encontrar formas mais sofisticadas de criar valor tangível em mercados cada vez mais competitivos.