A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) notificou, desde janeiro, cerca de 4.000 empresas para apresentarem um plano de avaliação das diferenças remuneratórias entre mulheres e homens. Esta nova ação inspetiva, de âmbito nacional, surge na sequência de uma primeira ronda iniciada em 2023 e visa assegurar o cumprimento da Lei n.º 60/2018, que promove a igualdade salarial por trabalho igual ou de igual valor.
O alerta é claro: empresas com 50 ou mais trabalhadores, que apresentem diferenças salariais significativas nos dados do Relatório Único, serão chamadas a justificar essas disparidades — ou a corrigi-las. Têm, para isso, 120 dias após a notificação.