A mais recente edição da pesquisa KPMG 2022 CEO Outlook, recorte da América do Sul, aponta otimismo entre os CEOs sul-americanos. Ao contrário dos executivos globais, que acreditam que haverá recessão, eles esperam crescimento em 2023.

Em termos gerais, os resultados da pesquisa confirmaram que 85% dos CEOs do chamado Grupo Global – formado por Alemanha, Austrália, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido – e 91% dos sul-americanos confiam no crescimento de suas empresas.

Visto que os CEOs globais estão mais afetados pela incerteza do que os sul-americanos, isso se reflete nas estratégias que eles priorizam para atingir seus objetivos de crescimento.

Há nítido foco em alianças com outras empresas e em fusões e aquisições, em detrimento do crescimento orgânico por meio do investimento com seus próprios recursos (o que afeta as iniciativas de ESG, por exemplo).

Os executivos enfatizam, ainda, a diversificação e realocação como forma de dirimir riscos associados às cadeias de suprimentos. Eles também esperam que a transformação digital seja afetada pelos desafios globais.

Há que se destacar um mérito duplo nos resultados obtidos na América do Sul: as crises de saúde (a pandemia) e geopolítica (o conflito entre Rússia e Ucrânia) não destruíram o otimismo. Os executivos mostraram que são resilientes e estão dispostos a prosseguir em constante crescimento.

Competência, agilidade na tomada de decisões e perspectivas otimistas impulsionarão os CEOs sul-americanos e permitirão que eles mostrem sua capacidade de destacar-se e manter a confiança no futuro. 

  

  

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